Como ter um relacionamento saudável e melhorar a vida sexual

Viver relacionamentos saudáveis ​​eroticamente envolve fazê-lo com prazer, conhecendo, valorizando a si mesmo, escolhendo o que, como, quando e onde, dizendo o que você quer e o que não, e tendo informações adequadas para ter relações sem riscos.

Para o casal para aproveitar ao máximo o sexo e ter um relacionamento saudável é preciso ter uma boa auto – autoestima, comunicar-se com o parceiro e aprender novos conhecimentos sobre melhorar as relações sexuais.

Outros especialistas dão o seguinte conselho:

1) Cuidar da saúde

Para uma relação sexual satisfatória é importante a ausência de fadiga e estresse, bem como problemas médicos ( deficiência de testosterona , depressão , ingestão de uma droga que inibe o desejo sexual, nicotina e etc.).

A prática de exercício físico em uma base regular é um potenciador da nossa libido, uma vez que aumenta a produção de testosterona e permite uma boa auto-estima emocional.

2) Descubra o que você gosta

Para desfrutar de uma relação sexual, deve ter em mente: “Eu preciso primeiro conhecer-me bem, saber meus gostos eróticos, meu corpo, o que me excita, etc. , “. Se cada membro do casal tiver esse autoconhecimento erótico continuado, o encontro entre os dois será muito mais proveitoso e agradável. Aqui a comunicação também é vital, confiança e intimidade entre os dois.

3) Deixe-se levar

Para um casal desfrutar da arte do amor e prazer de sua união é preciso desconsiderar os tabus e deixar-se levar pelas opções que proporcionam as mais intensas sensações.

Inclusive, testar brinquedos e produtos eróticos como vibradores ou gel macho macho, são algumas das opções para iniciar esse processo.

4) Inovar

Com o tempo, alguns estímulos perdem a eficácia. “A solução passa pela exploração contínua de estímulos de qualquer tipo (visual, tátil, auditivo, olfativo, etc.). Também pela descontextualização das relações sexuais e pela busca de alternativas (variando o contexto, hábitos, posturas e ritmo, entre outros) “. Portanto, inove em sua relação, pergunte ao seu parceiro quais as suas fantasias e invista na realização das mesmas.

5) Saber que o intercurso é apenas uma opção

Casado rejeita a ideia de uma sexualidade finalista, onde tudo é feito para um fim, que é a relação sexual e orgasmo, e tudo isso é secundário, saiba que nosso órgão sexual é todo o corpo, não apenas os genitais. 

O intercurso, quando considerado o elemento essencial para o sexo, gera muitos problemas, como a ansiedade. Você tem que aprender a jogar outras coisas.

Há casais que, em certos momentos, têm menos relações sexuais, mas não param de beijar, de mãos dadas, dormindo abraçados e nus, e, em grande medida, permanecem satisfeitos no nível erótico.

6) Apostar em um relacionamento saudável

A ausência de conflitos no relacionamento do casal é uma das melhores previsões para melhorar a saúde sexual. Você tem que cuidar do casal. E, em algumas pessoas, o relacionamento sexual com o casal tem sido uma obrigação e não uma fonte de prazer e satisfação.

Uma experiência insatisfatória após a outra, muitas vezes leva a uma perda de interesse sexual, se não até uma rejeição do parceiro.

7) Tenha uma atitude positiva

A dimensão sexual está intimamente relacionada com a mente. Pode ser que os problemas da vida cotidiana afetem as relações sexuais. Você tem que evitar que a sexualidade seja prejudicada por problemas de trabalho.

Também é importante libertar-se mental e emocionalmente de qualquer preconceito negativo em relação ao sexo. Para isso, dar maior importância às fantasias sexuais em qualquer contexto da vida cotidiana e, mais especialmente, antes, durante e depois do sexo, pode ajudar a sair da rotina.

8) A frequência com que o casal deseja

Não há frequência ideal para fazer sexo. Aquele que marca a idade e o desejo de cada casal. De um orgasmo ou mais por dia, até dois ou três por ano, podem ser suficientes se a pessoa considerar isso.

A idade em que o homem é mais poderoso e consegue o máximo de orgasmos chega a ser entre 15 e 25 anos. Em contraste, a plenitude da vida sexual nas mulheres aumenta entre 35 e 50 anos.

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